domingo, 14 de fevereiro de 2010

Usamos 80% do nosso tempo pra planejarmos o nosso futuro, pensando nele, criamos universos, histórias que podem acontecer, sugerimos coisas importantes a ele, mas não dá para saber qual dia será o mais importante da sua vida. Os dias que você pensa serem importantes nunca atingem a proporção imaginada. São os dias normais, os que começam normalmente que acabam se tornando os mais importantes. Isso só mostra mais uma vez que o que criamos, pensamos que poderia acontecer, muitas vezes muda de rumo. Muitas vezes nos sentimos sozinhos, por que entramos no mundo sozinhos e saímos dele sozinhos sempre achamos que estamos desconectados um dos outros, mas querendo ou não, esquecemos o quanto conectados estamos. Pelo o medo de estar desconectados, procuramos apoio, o amor, o carinho, o afeto em si próprio.E por um instante nós sentimos menos sozinhos. Nós dizemos: te amo. Por amor, ou para esconder o pouco ou o muito que essa frase entrega? O amor é mais acolhedor do que qualquer outro sentimento em relação ao carinho, sempre procuramos o amor uns aos outros, para termos uma mão algum dia para segurar, e para estender. Não queremos criar o amor, queremos somente saber algum dia o que ele realmente é. É fácil enlouquecer procurando algo, o futuro mais próximo, a crença mais certa, o dia mais importante, o amor, o carinho, o afeto... então por que nos perguntamos, por que as pessoas enlouquecem? Deveríamos nos perguntar por então, o por que, delas não enlouquecerem, a resposta estaria na razão de cada um. Somos tão pequenos em nossas razões, são poucos que pensam grande nas suas razões, em amar o próximo, cuidar de quem está perto, de quem precisa, fazer de algo pequeno algo grande algo que pode mudar alguém. As mudanças começam na razão de viver, na razão do querer, as pessoas não mudam, a vida muda as pessoas, acontecimentos, são esses que mudam o jeito da pessoa, o modo de pensar desta, e a razão de levar a vida a diante. Todos nós temos medo do novo, você pode desperdiçar sua vida construindo barreiras e fronteiras ou então você pode viver ultrapassando-as. Mas há algumas que são perigosas demais para serem cruzadas. Mas se você estiver disposto a se arriscar, a vista do outro lado é espetacular.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Me perguntaram…

Um certo dia eu estava bem tedia (sempre…), e fui ver o meu formiga (www.formpring.me/mavimuniz), eu estava num processo de aceitação da rejeição que eu já deveria ter aceito a tempos, mas ainda não aceitei, poo eu realmente gostava da pessoa, entones, não é assim pá pum né (?). continuando… eu estava tediada numa tarde fria sem ninguém pra conversar, até que entrei no meu formiga e estava a seguinte pergunta: o que é o amor? Nos primeiros 20 minutos eu não sobe responder fiquei pegando uma resposta de amigo daqui outra dali… mas nenhuma que me convencesse; até que eu lembre que uma certa vez a uns 5 meses atras um professor meu me respondeu o que é amor… amor é uma coisa muito intima, onde ambos se respeitam.

Existe muitos tipos de amor, o amor de pai, que é aquele amor amigo, aquele amor que te ensina a ver a vida do jeito mais duro. o amor de mãe aquele amor carinhoso, que você sabe que sempre vai ter o seu colo, e o aconchego de sempre, é um amor muito sincero e demonstrado. O amor de amigo, amor sincero, companheiro, gentil, querido, que você não consegue jogar fora, e que pode passar anos sem ver, mas quando se reencontra é muito bom ter aquele abraço de que voce sempre sentiu tanto na dor quanto na alegria, aquele amor de risos e choros… e tem o famoso amor de paixão, o amor que não é nenhum desses mas ao mesmo tempo é todos esses amores misturados, é um amor carinhoso, querido, que o sorriso do próximo sempre te faz feliz, é o abraço mais quente,  é a compania mais desejada, é o jeito mais adoravel, é a pessoa mais querida, é o amigo mais querido, é aquele com quem você sempre vai ter uma mão pra te segurar para não cair, e se cair ele vai estar lá ao seu lado te esperando no final do dia.

Mas o amor para todos esse personagens poderem sentir tem que ter o afeto, o carinho, a sinceridade, a compreenção, o companherismo, o  apoio, o espaço que a aquela pessoa consegue na sua vida e você na dela, muita gente pode descordar comigo e dizer que amor não tem explicação o que eu acho que eu é uma bobagem, mesmo que você não saiba como explicar bem certinho voce sabe ao menos dizer mais ou menos o que ele é… bem sem criticas, é isso beijocas.

A ansiedade de crescer

A ansiedade de crescer, de ser independente, de ter o seu próprio dinheiro, de se casar, de ter filhos, de trabalhar em algo que gosta, de poder pintar o cabelo sem permissão, de comprar as suas roupas sozinha, de poder viajar, de poder ler de tudo, ver todos os filmes, por que censura nenhuma não vai te permitir.
A arte de cresce demora, e é um saco, podemos todos admitir, não sei se eu que acho isso pois ainda não cresci mais acho eu, que demora de mais, eu quero ter a minha casa, o meu trabalho as minhas responsabilidades, e demora. O amadurecimento da cabeça é o mais cansativo, tudo pra muitas pessoas é tedioso, e da preguiça. Acho que crescer é a melhor e a pior faze, você ainda depende de todo mundo, e de tudo, não é só você e você. Não mesmo, e você o teu professor, o seu pai, a sua avó, mãe, madrinha, padrinho, psicólogo, professor particular e outras 500 pessoas. Apesar de tudo isso, é muito bom você não ter que fazer nada, vamos combinar né (!), você não paga nada, só fica lendo o dia inteiro, e mais nada. Ah é bom sim. Mas não tem como você dizer o que é melhor sem experimentar. Só vou poder falar o que eu prefiro. Se eu prefiro crescer ou ser crescida. Acho que eu vou sempre preferir ser criança, e ter a magia de sorrir e rir de tudo, ser quem eu quiser, des de princesa, até o Che. Fazer da minha casa um lindo castelo, ou a cordilheira dos Andes.
É eu sempre vou preferir ser criança, acho que todas as pessoas preferem, ser crianças, ser um pequeno príncipe para todo o sempre. É acho que sim, pena que dura pouco. Depende de você, ser a criança ser a magia da alegria, ou ser o responsável que sente a magia da alegria. Os escritores conseguem fazer ambos.