sábado, 17 de abril de 2010

o dever de rotular.

que saquinho, eu odeio quando a gente não quer rotular as coisa e “temos” que rotula-las, é mais do que desnecessário, é simplesmente descartável fazer isso. não te leva a nada. será que não da pra entender? Mesma coisa: você é a minha melhor amiga! tá e dai? você não pode mais confiar em ninguém sempre tem que estar com ela? tipo de coisa de quando você tem sete anos e vive trocando que nem troca de roupa. Parece que o rotulo é só por insegurança, quando você ver que tá como deviria estar, você vai senti isso, então pare de pensar no que poderíamos fazer ou falar quando estivéssemos rotulados. nada disso vai mudar, um nome que da uma característica, que coisa tosca, não deveria ser a caracteriza que da um nome? eu acho que sim. quem já viu 500 Dias com ela, sabe do que eu estou falando, ela tinha insegurança de rotular e ele tinha insegurança então rotulava. a gente só deveria curti o momento com as pessoas, pode ser amigos, namorados, e etc. e quando você sentisse que tá tudo como deveria estar, você vai saber o que fazer, dizer… quero dizer não devemos correr atrás dos rótulos, a gente deve ficar com quem a gente gosta, com quem a gente quer, sem pensar em nomes para dar para os sentimentos. nada mais resume quando você confia na pessoa.
é um saco quando você confundi tudo e acaba rotulando tudo. dai vira tudo numa tremenda baderna, aonde você simplesmente fala o que não deve, corre atrás de quem não deve, faz o que não deve. Simplesmente faz tudo errado. e acaba indo pelos concelhos… olhe faça o que achar que é certo, o que vier na cabeça, o que vier na hora. acredite você vai sentir bem mais do que normalmente.


500 dias com ela é tão fofinho quanto Joseph Gordom (principal), fala de relacionamentos difíceis, onde só um quer ir a diante, e o outro de tanta insegurança de se comprometer com alguém, tanto na amizade quanto em namoro, foge de tudo e finge que nada acontece. vale a pena ganhar a tarde assistindo, as roupinhas são muito fofas, a trilha sonora é embalada com a voz suave da Carla Bruni e um som underground dos The Smiths.